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Os proprietarios pioneiros de boa fe, apos honrarem pecuniariamente os seus compromissos com a parceladora do sitio Estrela, edificadas as casas, perceberam que o beneficio da rede eletrica divulgada pelos corretores e prometida pelos parceladores estava praticamente impossivel de se alcancar, devido a clandestinidade daqueles quatro projetos que era desconhecida de todos.

Os mais abastados foram se resolvendo com a compra de moto-gerador que possibilitava iluminar suas residencias e manter ao menos uma televisao ligada. Geladeira, chuveiro eletrico, torneiras eletricas, nem pensar. Alem disto, estes mais afortunados prestavam favores para alguns caseiros carregando baterias veiculares para alimentar aquelas TVs de 5" que suportavam uma semana de carga.

Roberto Pasquale, " in-memoriam ", entao proprietario da fracao ideal 16-I, na epoca (1990) tomou a frente desse problema e iniciou contatos com as concessionarias e permissionarias da regiao para tentar viabilizar a entrada da rede primaria para dentro do loteamento Floresta IV quando entao constatou-se que sem a regularizacao do empreendimento junto aos cartorios de registro de imoveis, essa benfeitoria nao seria possivel.

Reunioes foram realizadas com a parceladora Makopil. Esta por sua vez garantia de que a rede eletrica seria conseguida junto a Eletropaulo dada a influencia politica de um de seus diretores no municipio de Sao Paulo, que teria livre transito com o Governador do Estado da epoca. No entanto, nada foi exequivel. Por um lado a Eletropaulo afirmava nao poder cruzar linhas de transmissao com a Cetril. A Cetril por sua vez declinava de adentrar com a sua rede, ao loteamento, em face a clandestinidade do empreendimento, podendo, se o fizesse, sofrer com consequencias judiciais indesejaveis. Por outro lado, a regularizacao do Floresta IV implicava na compra de mais de 110.000 m? de terras para atender uma area de reserva institucional, correspondente a 35% da area total parcelada. Esta area teria que ser suportada pecuniariamente por todos aqueles proprietarios. Para se defender alegava a parceladora Makopil que o metro quadrado vendido foi muito barato, esquecendo - se de que o preco pago foi por todos os compradores fora o preco ofertado por ela.

A obtencao da rede eletrica via Eletropaulo estava descartada. A Cetril, acenava em uma direcao a de constituir uma Associacao com personalidade juridica regular, que legalmente representasse os interessados, atraves da qual, levaria a rede primaria para o empreendimento. Tentou-se a sua constituicao de uma primeira Associacao, para os quatro projetos, Floresta I, II, III e IV, a APROF. O baixo interesse de uma parcela consideravel de proprietarios nao nos permitia conseguir um " quorum " para aprovacao com 50% mais 1 o que sempre inviabilizava a sua constituicao. Nove anos se passaram e geradores eram roubados, a Iluminacao retroagia atraves dos candieiros, banhos frios constantes, a conservacao de alimentos se dava atraves de caixas termicas com pedras de gelo, enfim, muita dificuldade e pouco conforto.

Diante desse quadro, resolveu-se abandonar a ideia de uma Associacao que congregasse os interesses dos quatro projetos passando-se a dedicarem-se apenas aos interesses do Floresta IV, onde um grupo de proprietarios era mais unido e decidido. Tres estatutos foram elaborados, mas nenhum levado a cabo. A ultima tentativa sucumbiu pelo simples fato das assinaturas nas atas de constituicao nao terem sido colhidas por aqueles que se propuseram fazer. Mais uma vez a constituicao ficou a beira do caminho. Em um dado momento, uma parte desse grupo de proprietarios, de posse de uma planta baixa, apocrifa, desprovida de ART / memorial descritivo resolveu reconhecer a firma do Engenheiro Abrao, cujo carimbo estava aplicado no centro do documento e juntamente com uma propensa candidata a vereadora para a Camara Municipal de Ibiuna, resolveram tomar a frente dessa questao. Estes agendaram reuniao com o gerente administrativo da Cetril da epoca, na pessoa do Sr. Altair, para tentarem fechar a questao quanto a contratacao da rede eletrica achando que desta forma tudo seria possivel. O atual presidente, que sempre esteve a frente disto, que presidiu a comissao provisoria que passou a tratar diretamente e a defender os interesses de todos os proprietarios, tanto na regularizacao do loteamento quanto na obtencao da rede eletrica com a Makopil de nada sabia e, atraves de um telefonema de um desses proprietarios foi informado sobre essa reuniao e que a sua presenca la era desejavel uma vez conhecer profundamente todos os detalhes sobre essa questao. Nao foi muito receptiva a presenca do atual presidente naquela reuniao.

Iniciadas as conversacoes. o Sr. Altair tomando a palavra quis saber de pronto sobre o estatuto e CNPJ da Associacao. Como isto nao havia sido providenciado por aqueles senhores que protagonizaram aquela reuniao, esta praticamente se encerrou naquele momento. Ficou acertado que o projeto de eletrificacao so seria examinado e viabilizado quando de posse desses documentos e mais: em quanto tempo o atual presidente constituiria a Associacao e disponibilizaria esses documentos sem os quais nada seria possivel. Andamos em circulo eis que todas as acoes recairam na mesma pessoa que sempre esteve a frente disto. Assim. a ASF IV f oi constituida e as renegociacoes com a Cetril, retomadas e concluidas.

Projetos de viabilidade tecnica e topografia foram desenvolvidos pela Cetril, permissoes de passagens por dentro de propriedades foram providenciadas pelos administradores da ASF IV para manter os requisitos minimos de altitude do embarrigamento da linha em relacao ao solo e ao linhao Embu-Guacu/Bauru existente no local, orcamentos apresentados que orbitaram em torno de R$70.000,00 na epoca condicoes de pagamento, contrato celebrado com a responsabilidade civil do atual presidente e do vice-presidente Dorivaldo Antonio Colla " in-memoriam " servicos de posteamentos e instalacao da rede que contratualmente fora prometida a sua entrega dentro de 60 dias da assinatura do contrato fora disponibilizada aos proprietarios num prazo maximo de 30 dias. Este investimento fora suportado na epoca por apenas 28 (*) proprietarios de um grupo de 56 (*) . Por se tratar de uma Cooperativa, a rede eletrica por forca de contrato, foi doada a propria Cetril e o valor investido transformado em quotas de participacao da ASF IV na Cooperativa.

(*) Estes sao numeros aproximados da epoca.